Nas vésperas da Rio+20, ainda ouvimos discutir o que vai ser proposto nos dias da Conferência, e ao mesmo tempo qual vai ser seu legado, num contexto em que o mundo vive crescentes transformações sociais e econômicas, como vemos hoje.
Há 20 anos, na Eco-92, a maior parte da população sequer sabia por que deveria discutir sobre sustentabilidade. Hoje, a sustentabilidade e o desenvolvimento verde são dos maiores desafios da humanidade neste início de século 21, e o risco é de que as expectativas das pessoas não sejam atendidas pelos governos e poderes reunidos na Rio+20.
Mas quais são as perspectivas de consenso em temas como geração de energia, extração de recursos naturais não renováveis, consumo e tratamento de água e emissão de poluentes, por exemplo, no contexto do momento econômico e político atuais, com tantos interesses díspares?